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13 Cascaes

Convidamos ao lançamento do primeiro título da Fundação Franklin Cascaes Publicações, 13 CASCAES, coletânea de contos que inclui Adolfo Boos Jr., Amilcar Neves, Eglê Malheiros, Fábio Brüggemann, Flávio José Cardozo, Jair Francisco Hamms, Júlio de Queiroz, Maria de Lourdes Krieger, Olsen Jr., Pérciels Prade, Raul Caldas Filho, Salim Miguel e Silveira de Souza, com depoimento de Peninha e ilustrações de Tércio da Gama.

Lançamento no dia 19 DE JUNHO (quinta), às 19 HORAS, na CASA DA MEMÓRIA (Centro, rua Padre Miguelinho, 58, ao lado da Catedral Metropolitana).

As mulheres gozam pelo ouvido

As mulheres gozam pelo ouvidoPoemas eróticos de Sylvio Back
Gravuras de Géza Heller
80 páginas R$ 20,00
Selo Demônio Negro

Lançamento
Data: 16 de abril,
Horas: 20:00hs,
Local: Livraria Dona Laura Livraria
(Casa de Cultura Laura Alvim),
na Av. Vieira Souto, 176,
tel. 2522.8362, em Ipanema.

Investindo numa vertente incomum e rala na lírica brasileira, a poesia erótico-fescenina, o selo Demônio Negro está lançando As mulheres gozam pelo ouvido, de Sylvio Back, a quarta incursão do cineasta-poeta no gênero. O livro é ilustrado com xilogravuras inéditas do arquiteto e artista plástico húngaro Géza Heller (1902-1992). Back retoma neste livro sua vocação pelo verso desmetaforizado para discorrer, como diz, sobre partes erógenas, os precipícios do corpo e as estrupulias do ato sexual sem rebuços ou meios-tons. E arremata: “a poesia empurece qualquer palavra. Não há palavra impura para o poeta”.

Eros & Fescênia
Chamada de erótico-pornográfica ou, pejorativamente, poesia pornô e de sacanagem, ela freqüenta toda uma linhagem de ilustres cultores na história da literatura ocidental (de Bocaccio, Chaucer, Quevedo, Ronsard a Goethe; de Baudelaire, Rimbaud, Whitman, Apollinaire, Valéry, Verlaine aos lemericks ingleses; de Pierre Louÿs, Boris Vian a Neruda, etc.). Termo associado à cidade etrusca de Fescênia, o verso obsceno (literalmente, fora de cena), tem explícita origem na cultura popular. São estrofes lúbricas, picantes e de crítica moral que desde os clássicos romanos Catulo, Ovídio e Marcial, passando pelas medievais CANTIGAS D’ESCÁRNIO E DE MAL DIZER, pelo veneziano Aretino, pelo “Boca do Inferno” Gregório de Mattos, pelo português Bocage, aos nossos Bernardo Guimarães, Oswald de Andrade, os capixabas Paulo Vellozo, Jayme Santos Neves e Guilherme Santos Neves (autores do antológico CANTÁRIDAS), Manuel Bandeira e a Carlos Drummond de Andrade de AMOR NATURAL, representam — para muitos críticos — uma espécie de não-poesia. Até de negação do próprio fabro poético.

Verso Proscrito
Por recorrer a um jargão cassado pela sua crueza, humor e nonsense, pelo tônus licencioso e bestialógico dos versos, e no entanto prática oral, de cordel e erudita de todos os povos civilizados, a poesia erótico-fescenina via de regra é censurada e censurável, quando não literalmente proscrita. Mesmo nestes tempos de extrema permissividade e exposição erótico-sexual. No Brasil de hoje poucos são os poetas (dentre eles, Augusto de Campos, Sebastião Nunes, Affonso Romano de Sant’Anna, Armando Freitas Filho, Glauco Mattoso, Affonso Ávila, Décio Pignatari, Douglas Diegues, Luiz Roberto Guedes, Rubens Rodrigues Torres Filho) que se arriscam nesse registro sem temer pela repercussão junto ao restante de sua obra.

SYLVIO BACK é cineasta, poeta, roteirista e escritor. Autor de trinta e seis filmes (o mais recente, LOST ZWEIG) publicou em 1986, O CADERNO ERÓTICO DE SYLVIO BACK (Tipografia do Fundo de Ouro Preto, Minas Gerais), seu primeiro livro de poemas. Depois, MOEDAS DE LUZ (Max Limonad, São Paulo, 1988), A VINHA DO DESEJO (Geração Editorial, SP, 1994), YNDIO DO BRASIL (Poemas de Filme) (Nonada, MG, 1995), BOUDOIR (Sette Letras, Rio de Janeiro, 1999); EURUS (7Letras, RJ, 2004), TRADUZIR É POETAR ÀS AVESSAS (Langston Hughes traduzido) (Memorial da América Latina, SP, 2005), EURUS BILÍNGÜE (português-inglês) (Ibis Libris, RJ, 2006) e KINOPOEMS (@-book) (Cronópios Pocket Books, SP, 2006). Tem igualmente editados livros de contos, ensaios e dez roteiros de seus filmes.

O Selo DEMÔNIO NEGRO é um projeto editorial de Vanderley Mendonça, sócio da Amauta Editorial, editora voltada para o intercâmbio literário entre o Brasil e demais países de línguas ibéricas. Além de escolher os autores, o editor desenha, imprime, costura, cola e monta cada exemplar. O acabamento varia a cada edição, do uso de papéis especiais, com fibras metálicas ou emborrachados, a montagens artesanais que dando aspecto diferenciado às edições: capas duras impressas com clichês e tinta tipográfica (substituindo tipos móveis por fotopolímero), hot stampping, offset ou impressão digital. As tiragens são sob demanda, por isso as edições nunca se esgotam. Os exemplares podem ser adquiridos diretamente com o editor pelo mail vanderleymeister@gmail.com , pelo www.sebobac.com.br e na Dona Laura Livraria, tel. 21-2522.8362.

As mulheres gozam pelo ouvido

As mulheres gozam pelo ouvidoPoemas eróticos de Sylvio Back
Gravuras de Géza Heller
80 páginas R$ 20,00
Selo Demônio Negro

Lançamento
Data: 16 de abril,
Horas: 20:00hs,
Local: Livraria Dona Laura Livraria
(Casa de Cultura Laura Alvim),
na Av. Vieira Souto, 176,
tel. 2522.8362, em Ipanema.

Investindo numa vertente incomum e rala na lírica brasileira, a poesia erótico-fescenina, o selo Demônio Negro está lançando As mulheres gozam pelo ouvido, de Sylvio Back, a quarta incursão do cineasta-poeta no gênero. O livro é ilustrado com xilogravuras inéditas do arquiteto e artista plástico húngaro Géza Heller (1902-1992). Back retoma neste livro sua vocação pelo verso desmetaforizado para discorrer, como diz, sobre partes erógenas, os precipícios do corpo e as estrupulias do ato sexual sem rebuços ou meios-tons. E arremata: “a poesia empurece qualquer palavra. Não há palavra impura para o poeta”.

Eros & Fescênia
Chamada de erótico-pornográfica ou, pejorativamente, poesia pornô e de sacanagem, ela freqüenta toda uma linhagem de ilustres cultores na história da literatura ocidental (de Bocaccio, Chaucer, Quevedo, Ronsard a Goethe; de Baudelaire, Rimbaud, Whitman, Apollinaire, Valéry, Verlaine aos lemericks ingleses; de Pierre Louÿs, Boris Vian a Neruda, etc.). Termo associado à cidade etrusca de Fescênia, o verso obsceno (literalmente, fora de cena), tem explícita origem na cultura popular. São estrofes lúbricas, picantes e de crítica moral que desde os clássicos romanos Catulo, Ovídio e Marcial, passando pelas medievais CANTIGAS D’ESCÁRNIO E DE MAL DIZER, pelo veneziano Aretino, pelo “Boca do Inferno” Gregório de Mattos, pelo português Bocage, aos nossos Bernardo Guimarães, Oswald de Andrade, os capixabas Paulo Vellozo, Jayme Santos Neves e Guilherme Santos Neves (autores do antológico CANTÁRIDAS), Manuel Bandeira e a Carlos Drummond de Andrade de AMOR NATURAL, representam — para muitos críticos — uma espécie de não-poesia. Até de negação do próprio fabro poético.

Verso Proscrito
Por recorrer a um jargão cassado pela sua crueza, humor e nonsense, pelo tônus licencioso e bestialógico dos versos, e no entanto prática oral, de cordel e erudita de todos os povos civilizados, a poesia erótico-fescenina via de regra é censurada e censurável, quando não literalmente proscrita. Mesmo nestes tempos de extrema permissividade e exposição erótico-sexual. No Brasil de hoje poucos são os poetas (dentre eles, Augusto de Campos, Sebastião Nunes, Affonso Romano de Sant’Anna, Armando Freitas Filho, Glauco Mattoso, Affonso Ávila, Décio Pignatari, Douglas Diegues, Luiz Roberto Guedes, Rubens Rodrigues Torres Filho) que se arriscam nesse registro sem temer pela repercussão junto ao restante de sua obra.

SYLVIO BACK é cineasta, poeta, roteirista e escritor. Autor de trinta e seis filmes (o mais recente, LOST ZWEIG) publicou em 1986, O CADERNO ERÓTICO DE SYLVIO BACK (Tipografia do Fundo de Ouro Preto, Minas Gerais), seu primeiro livro de poemas. Depois, MOEDAS DE LUZ (Max Limonad, São Paulo, 1988), A VINHA DO DESEJO (Geração Editorial, SP, 1994), YNDIO DO BRASIL (Poemas de Filme) (Nonada, MG, 1995), BOUDOIR (Sette Letras, Rio de Janeiro, 1999); EURUS (7Letras, RJ, 2004), TRADUZIR É POETAR ÀS AVESSAS (Langston Hughes traduzido) (Memorial da América Latina, SP, 2005), EURUS BILÍNGÜE (português-inglês) (Ibis Libris, RJ, 2006) e KINOPOEMS (@-book) (Cronópios Pocket Books, SP, 2006). Tem igualmente editados livros de contos, ensaios e dez roteiros de seus filmes.

O Selo DEMÔNIO NEGRO é um projeto editorial de Vanderley Mendonça, sócio da Amauta Editorial, editora voltada para o intercâmbio literário entre o Brasil e demais países de línguas ibéricas. Além de escolher os autores, o editor desenha, imprime, costura, cola e monta cada exemplar. O acabamento varia a cada edição, do uso de papéis especiais, com fibras metálicas ou emborrachados, a montagens artesanais que dando aspecto diferenciado às edições: capas duras impressas com clichês e tinta tipográfica (substituindo tipos móveis por fotopolímero), hot stampping, offset ou impressão digital. As tiragens são sob demanda, por isso as edições nunca se esgotam. Os exemplares podem ser adquiridos diretamente com o editor pelo mail vanderleymeister@gmail.com , pelo www.sebobac.com.br e na Dona Laura Livraria, tel. 21-2522.8362.

Da Olivetti à Internet

Lançamento de livro na Saraiva

A Editora Unisul, a Certi - Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras - e a livraria Saraiva convidam para lançamento do livro DA OLIVETTI À INTERNET no próximo dia 27, às 19:30, na livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, em Florianópolis.

A obra reúne depoimentos de 22 jornalistas a respeito de política, cultura, economia, transição tecnológica e técnicas de redação.

Haverá um coquetel e o livro será vendido a R$ 15,00.

As mulheres gozam pelo ouvido

As mulheres gozam pelo ouvido