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	<title>Coisas de Regininha</title>
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	<description>Coisas de Regininha</description>
	<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 08:29:27 +0000</pubDate>
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		<title>Sem medo da vida</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 08:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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Na adolescência eu era muito &#8220;cinemeira&#8221;. Lembro claramente da sessão de estréia do Cine São José, em Floripa. Passaram aquela obra linda do Vitório de Sica: Milagre em Milão. Em preto e branco, com aquela estética que apenas os filmes em preto e branco conseguem ter.(Hoje os cinemas estréiam não mais com filme [...]]]></description>
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<p>Na adolescência eu era muito &#8220;cinemeira&#8221;. Lembro claramente da sessão de estréia do Cine São José, em Floripa. Passaram aquela obra linda do Vitório de Sica: Milagre em Milão. Em preto e branco, com aquela estética que apenas os filmes em preto e branco conseguem ter.(Hoje os cinemas estréiam não mais com filme de arte, mas com algum grande sucesso de bilheteria. Sinal inequívoco dos tempos&#8230;) Mais tarde assisti a um filme do qual recordo muito pouco, mas cujo título, pela beleza e pelo significado, jamais esqueci: O que a vida nos tira&#8230;</p>
<p>E de tanto em tanto, nos balanços pessoais da vida, é necessário que me ponha a contabilizar isso. Aprendi, com o tempo, que se tira muito proveito da vida ao se admitir que ela é o que ela é, e não lhe exigirmos coisas impossíveis. Para isso declamo o poema preferido do Fernando Pessoa, na voz do heterônimo Alberto Caeiro: &#8220;Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo./ E gosto  porque assim seria, mesmo se eu não gostasse.&#8221;</p>
<p>Acredito piamente que, em sua trajetória normal, a vida é aquilo que acho que ela seja - ou, em outras palavras, não há outra forma de alguém encarar os acontecimentos que não seja com a subjetividade de cada um. Vemos com nossos olhos, processamos com nosso conhecimento de vida, e tentamos alguma objetividade, tanta quanto nos seja possível. É óbvio? Sim, é o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Criamos um repertório próprio, uma filosofia e uma psicologia que seja adequada a nós, e tocamos em frente.</p>
<p>E cada dia é um dia&#8230;</p>
<p>Há fatos que fogem ao controle, mas há que enfrentá-los. Uma amiga me disse uma vez, ao me ver de baixo astral: não fica triste! E olhei-a meio escandalizada, como se tivesse dito uma grande bobagem,e eu não esperasse isso. O que, aliás,  a meu ver, tinha feito. Apesar de todas as mensagens enviadas pelos livros e gurus de auto-ajuda, não se é feliz o tempo todo. Os nirvanas - exceção feita aos monges budistas, talvez - são momentâneos e esporádicos.</p>
<p>Há coisas que nos deixam tristes, há coisas que nos deixam zangados(as), há coisas que nos causam revolta. Há coisas que nos deixam completamente impotentes, e isso paralisa a gente &#8230; por uns tempos. Porque não está morto quem peleia, e somos lutadores. E alegres. Mas não o tempo todo, que não somos doidos nem nada&#8230;</p>
<p>Restaurações de dentes caem, o banheiro do vizinho de cima vaza no meu, alguém passa conversando alto pelo corredor,na madrugada e me causa uma insônia zangada&#8230; O 13º. salário não é pago na data certa, perdemos ação na justiça - e lá se vai uma parte do salário, uma grana que estamos recebendo há 17 anos&#8230; &#8220;Não existe direito adquirido&#8221;, argumentam&#8230; E ficamos muito indignados, mas se o estupro é inevitável, já se sabe. Cortam-se refeições fora, não se compra roupa nova, diminui-se o gasto com livros - só se diminui, porque livro é essencial, e roupa nova não é&#8230;</p>
<p>O que sobra do salário dá pra passar o mês, e há os projetos que estão sendo encaminhados, e os dias azuis, bentevis gritando no jardim, a vizinha doceira indo entregar suas caixas para os clientes, sempre animada e ligeira, violetas florescendo na sacada, o cheiro bom da muda de tomilho, e Suzana falando com graça, na crônica desta semana, do sapinho de 2 reais que lhe dei. Há este carinho que se manifesta de maneiras muito diversas, do jeito de cada um, sem que precisem dizer &#8220;gosto de ti&#8221;, ou &#8220;te amo&#8221;. E que bom que eu perceba e valorize!</p>
<p>A vida é o que  a vida é, e Oswald de Andrade tinha toda a razão: A alegria é  a prova dos nove.</p>
<p>(Publicada no <em>Anexo</em> do <em>AN</em>. 28/8/2008. p. 3)</p>
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		<title>Estação Melodia</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 02:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[MPB]]></category>

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		<description><![CDATA[Tinha show do Luís Melodia no teatro Ademir Rosa, no CIC. Tadeu não quis ir, fui com Sabrina, &#8220;fazer programa de menina&#8221;, segundo seu gentil namorado&#8230; Mas ele vai ficar arrependido por ser tão CDF com seus horários: tava demais de bom!
O show tem o objetivo de divulgar seu novo CD, que se chama justamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha show do Luís Melodia no teatro Ademir Rosa, no CIC. Tadeu não quis ir, fui com Sabrina, &#8220;fazer programa de menina&#8221;, segundo seu gentil namorado&#8230; Mas ele vai ficar arrependido por ser tão CDF com seus horários: tava demais de bom!</p>
<p>O show tem o objetivo de divulgar seu novo CD, que se chama justamente <em>Estação Melodia</em>. Nele, o cantor e compositor carioca grava sambas da velha guarda: Jamelão, Geraldo Pereira, Cartola, Zé Kéti, Osvaldo Melodia, seu pai&#8230; Seus mesmos, no show ele canta &#8220;Estácio, Holly Estácio&#8221;, em lindo arranjo, e uma outra cujo nome esqueci. Mas Sabrina me pergunta: essa eu conheço, de quem é?&#8221; (é que daquelas &#8220;velharadas&#8221; todas ela não conhecia nada&#8230; ) Tive que rir, né? &#8220;É dele&#8230;&#8221; Ele parece estar em fase daquilo que Chico Buarque batizou &#8221; de brochice&#8221;. Espero que passe. Enquanto não passa, vai se alimentando da fonte inesgotável de nossos compositores populares.</p>
<p>Melodia, carioca nascido e criado no Morro de São Carlos, como Gonzaguinha, homenageia seu povo cantando &#8220;Gente Humilde&#8221;, em interpretação comovente. Lindo, lindo!   E de Geraldo Pereira cantou &#8220;A cabritada&#8221;, bem crônica carioca, divertida&#8230; À tarde, hoje, não sei por qual razão, fui lavar  a louça do café cantando &#8220;O negrinho gostou da filha da madame/ que nós tratamos de Sinhá/ Senhorita também gostou do negrinho/ mas o negrinho não tem dinheiro pra gastar&#8230;&#8221;  E quando ele canta justo isso, do Noite Ilustrada, fiquei faceira, com a coincidência.</p>
<p>O público em Floripa é receptivo e quente. Bate palmas, grita, assobia, até ele voltar pro bis. E ele volta bem: Jorge Veiga, &#8220;eu sou o samba/ a voz do morro sou eu mesmo, sim senhor/Quero mostrar ao mundo que tenho valor/ Eu sou o rei dos terreiros&#8230;&#8221; E o final foi uma apoteose, fantástico: evoluções dele com os músicos pelo palco, mostrando samba no pé. Quando acabou &#8220;A Voz do Morro&#8221;, saiu &#8221; O Bafo da Onça&#8221; e nós de pé, sacudindo e cantando junto.</p>
<p>Dessas noites de deixar a gente de alma lavada, e que fazem um bem danado.  Que venham outras&#8230; Cantando, na espera: &#8220;se alguém quer matar-me de amor/ que me mate no Estácio&#8230;&#8221; Que conduz a Noel: &#8220;Já fui convidada/ para ser estrela do nosso cinema/ ser estrela é bem fácil/ sair do Estácio é que é/ o X do problema&#8230;&#8221; E viva esse crioulo lindo que é Luís Melodia!</p>
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		<title>Rubens tá demax!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 11:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Coisas de amigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Descritura
(Rubens da Cunha)
&#8220;Descritura&#8221;, palavra inventada por um aluno. Ou melhor, errada por um aluno. Queria tanto a palavra pra mim. Ter sido eu a inventá-la, a misturar descrição com escritura e sair por aí me gabando de ter inventado uma palavra. De ter feito o verbo delirar, conforme sugere Manoel de Barros.
Mas não, a palavra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="tipo-c">Descritura</h2>
<p>(Rubens da Cunha)</p>
<p>&#8220;Descritura&#8221;, palavra inventada por um aluno. Ou melhor, errada por um aluno. Queria tanto a palavra pra mim. Ter sido eu a inventá-la, a misturar descrição com escritura e sair por aí me gabando de ter inventado uma palavra. De ter feito o verbo delirar, conforme sugere Manoel de Barros.</p>
<p>Mas não, a palavra me veio pelo descuido de um adolescente. Descuido ou descaso, sabe-se lá. Pior é não conseguir explicar para ele a força de sua palavra errada, a dimensão sempre inovadora que acontece na gramática, na língua, na poesia, quando alguém inventa uma palavra.</p>
<p>Não que ele não possa compreender, ou perceber, o jogo que fez. Não é isso, falo da não intencionalidade. Do estar escrevendo algo padrão, &#8220;acadêmico&#8221;, para o professor, como a escola exige e, de repente, distraidamente, incorrer no delicioso &#8220;erro&#8221; de criar uma palavra. E não saber disso. Não perceber o poder que tem nas mãos. Imagino os muitos que apagaram seus erros criativos, sob a pena de uma nota baixa. Apagaram suas invenções, intencionais ou não, porque a ditadura do gramaticalmente correto corrói em muito a criatividade.</p>
<p>Mexer com as palavras, reordená-las, é ato de coragem, ato que muitos tentam e pouco atingem o objetivo com precisão. Em português, o exemplo máximo disso é João Guimarães Rosa, seguido por Manoel de Barros e pelo moçambicano Mia Couto. Existe muitos outros que embasam suas escritas nesse terreno de desconstruir/reconstruir a gramática com resultados díspares. Porém, isso é literatura. Há em sua essência a necessidade de alterar, redimensionar a linguagem. O que me encanta realmente é pensar na &#8220;literatura&#8221; diária que começa assim, pelo &#8220;erro&#8221; de um aluno, ou por um daqueles achados lingüísticos que as crianças nos brindam, geralmente por falta de experiência com a linguagem. A falta de experiência faz bem porque retira os medos e freios. O medo de errar abafa a poesia natural que temos quando usamos a linguagem.</p>
<p>Não prego o erro gramatical pelo erro gramatical, mas a consciência do poder de alterar a linguagem para produzir novos significados. O ensino da escrita nas escolas deveria passar por esse viés também. Deveria inserir no aluno não somente a escrita dentro da norma culta, mas os caminhos possíveis para ultrapassar a norma culta. No entanto, na maioria das vezes em que o aluno ultrapassa, esbarra na insensibilidade do professor-corretivo. Aquele que apaga não somente as, digamos, &#8220;imperfeições imperfeitas&#8221;, mas faz toda uma limpeza nas imperfeições perfeitas, aquelas que geram novos caminhos, estabelecem novas relações com a linguagem. Seja por incapacidade de explicar ao aluno que ele conseguiu ir além da gramática, seja porque o próprio professor desconhece as fronteiras do &#8220;além da gramática&#8221;.</p>
<p>Enfim, num mundo ideal, a linguagem fluiria, provocaria sensações, escorreria farta pela criatividade humana. Porém, são tantos os cerceamentos, tantos os cortes, que só nos resta brindar o invento-susto de um aluno distraído. Longa vida à &#8220;descritura&#8221; e a qualquer outra palavra &#8220;errada&#8221; que nasça por aí.</p>
<p>(no <em>Anexo</em> do <em>AN</em>, 27/9/2008. p. 3)</p>
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		<title>A bronca do Amílcar</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 08:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Coisas de amigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui citada na crônica do Amilcar Neves desta semana, usando uma frase de discussão que tivemos, via email.
Uma honra, sem dúvida! Mas nada ofendida!

A honra ofendida
Se eu publicar algo assim, &#8220;O Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra é, hoje, um dos mais notórios torturadores da ditadura militar brasileira&#8221;, corro o sério risco de ser processado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fui citada na crônica do Amilcar Neves desta semana, usando uma frase de discussão que tivemos, via email.</em></p>
<p><em>Uma honra, sem dúvida! Mas nada ofendida!<br />
</em><br />
<strong>A honra ofendida</strong></p>
<p>Se eu publicar algo assim, &#8220;O Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra é, hoje, um dos mais notórios torturadores da ditadura militar brasileira&#8221;, corro o sério risco de ser processado por injúria, calúnia e difamação, podendo ser condenado a pagar expressiva indenização pelos danos irreparáveis que terei causado à sua honra. E se eu não tiver - como não tenho - o dinheiro necessário para, sem cinismo, &#8220;honrar&#8221; essa pálida reparação do estrago que deliberadamente provoquei, irei preso por um bom tempo, até aprender a não ficar falando mal das pessoas, porque isso, além de ser muito feio, é coisa tal de não restar impune. Deverei dar-me por muito satisfeito quando, preso, não for &#8220;interrogado&#8221; pelo Coronel, agora na reserva, com os métodos que ele usava e de que abusava durante aquele negro período da vida nacional.</p>
<p>Se, porém, ocorrer a desgraça com que a vida às vezes nos surpreende e o Coronel Brilhante Ustra vier a falecer (sem que, por hipótese, eu tenha qualquer participação no insucesso), minha situação haverá de ser muito pior e bem mais triste. Porque aí haverá de surgir ao menos um neto dele, ou uma sobrinha, ou algum descendente qualquer, que não se conformará com o impacto que as minhas irresponsáveis palavras terão causado em sua vida pelo abalo emocional indescritível que terá sofrido ao ler coisa tão ultrajante sobre o seu amado e carinhoso ancestral - sujeito que, morto, já não mais poderá defender-se por si mesmo, coisa que o distinto fazia de forma tão desabrida e corajosa durante a ditadura militar (chamada também de &#8220;regime de exceção&#8221;) contra presos políticos algemados - e alegará desconfortos inenarráveis sofridos no convívio com vizinhos, amigos e colegas de trabalho por conta das minhas aleivosias, das quais eles todos indubitavelmente terão tomado conhecimento, estabelecendo de pronto a relação familiar e passando a olhar de lado para o já tão sofrido parente.</p>
<p>Como se sabe, indignação de parente é causa para verdadeira guerra santa, para uma cruzada incansável contra o infiel que conspurca (suja, infama, corrompe) dessa forma a memória do falecido, que mancha assim levianamente, e assim indelevelmente, a sua reputação.</p>
<p>Um processo judicial desses terá boas chances de prosperar e chegar a bom termo (do ponto de vista do proponente, aquele que supostamente se viu ofendido). E por dois singelos motivos: porque o Coronel Ustra já declarou textualmente &#8220;Eu nunca fui torturador&#8221; e porque, apesar de todas as provas, indícios, documentos, testemunhos, depoimentos, evidências e singularidades, o processo aberto contra ele &#8220;ainda não transitou em julgado, esgotados todos os recursos que a Lei permite&#8221;. Desta forma, a presunção é que o sr. Brilhante seja inocente. E, se ele é inocente por enquanto, nem eu nem ninguém pode chamá-lo de torturador, encargo que as Forças Armadas, à época, reservavam apenas aos machos das suas fileiras, coisa que hoje procuram dissimular, dizendo que nada houve além de uma &#8220;guerra suja&#8221; e, simultaneamente, protegendo e homenageando os sádicos que, sob codinomes criativos (grande macho das casernas, de 1970 a 1974 o Coronel, durante o seu comando do DOI, o maior centro de tortura de São Paulo, encarnou o Doutor Tibiriçá), se entregavam com gosto e prazer ao ofício de arrancar confissões como quem arranca unhas - arrancando-as também, en passant.</p>
<p>Como comentava a Regina Carvalho outro dia, sobre a crescente proibição de livros por supostos danos morais, &#8220;o que mais assusta nesses casos todos é observar que eles ocorrem não pelo teor calunioso que possa haver nas obras, mas sim para evitar que chegue ao conhecimento público aquilo que as pessoas de fato fizeram&#8221;.</p>
<p>Durma-se com uma honra dessas&#8230;</p>
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		<title>Me divertindo&#8230;</title>
		<link>http://coisasderegininha.ciberarte.com.br/diario/686/me-divertindo.html</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 14:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; e fazendo escândalo! Com quem? Com Hélio Schuch, a quem ainda chamo de &#8220;amado chefe&#8221;&#8230; Ele não é mais Chefe de Departamento,e  eu não sou mais chefiada de ninguém, mas o tratamento permanece.
Pois ontem à tarde saí de casa um pouco antes das duas, e fui pela Lauro Linhares em direção ao CIC - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; e fazendo escândalo! Com quem? Com Hélio Schuch, a quem ainda chamo de &#8220;amado chefe&#8221;&#8230; Ele não é mais Chefe de Departamento,e  eu não sou mais chefiada de ninguém, mas o tratamento permanece.</p>
<p>Pois ontem à tarde saí de casa um pouco antes das duas, e fui pela Lauro Linhares em direção ao CIC - queria comprar ingressos para o Bolshoi de Joinville, que se apresenta aqui na sexta, dia 29. Tem feito dias lindos, e é gostoso caminhar ao sol, com essa temperatura amena.</p>
<p>Num ponto de ônibus, Hélio Schuch, impaciente, por causa do ônibus que não vinha. Ele numa calçada, eu do outro lado. Não me viu, a andar pra lá e pra cá, lançando olhares furibundos pro lado de onde o ônibus deveria vir.</p>
<p>- Hélio Shuch, grito eu, por cima dos carros que passam (a voz, a voz, não eu, hehehe&#8230;)</p>
<p>Ele me olha com a fingida cara de desagrado que sempre faz quando me vê:</p>
<p>- Que fazes aí, criatura? grito de novo.</p>
<p>E ele, naquele tom de voz de derrubar paredes que sempre usa:</p>
<p>- Tou indo trabalhar!</p>
<p>E aumentando ainda mais o volume:</p>
<p>- Porque eu trabalho, não sou como este bando de vadios que não trabalham!</p>
<p>E faz eco pra si mesmo:</p>
<p>- Vadios! Vadios! Vadios!</p>
<p>Paro do lado de cá, na pose de mané, mãozinhas na cintura:</p>
<p>- Aposentadinha, meu lindo! Morra de inveja!</p>
<p>E ele gostou do seu estribilho (ele sempre adora seus refrões, né?), e grita, mais alto ainda, se isso é possível:</p>
<p>- Vadios! Vadios!</p>
<p>Uma mulher pára, na entrada da Imobiliária Guerreiro, a nos olhar, escandalizada (quem serão esses dois a se ofender mutuamente? Devem se odiar!)</p>
<p>E eu pego seu mote:</p>
<p>- Ora, por que não vais a pé? Vadio és tu, querendo ir de ônibus!</p>
<p>E ele não desiste:</p>
<p>- Vadios! Vadios!</p>
<p>Saio rindo pra lá, ele fica rindo aqui&#8230; E nem nos passa pela cabeça explicar pra espectadora - ainda de boca aberta com o entrevero - que na verdade a gente se gosta muito&#8230;Ela que pense o que quiser!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A lista do Mário</title>
		<link>http://coisasderegininha.ciberarte.com.br/filmes/683/a-lista-do-mario.html</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 09:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[The evil of the thriller
É, tava ficando feio já. Mal criei um novo blog e ele fica um bom tempo cheio de teias de aranha, sem novos posts para dar um pouco de movimento à página. Mas, ao ler um texto da minha querida orientadora na UFSC, a Regina, fiquei com vontade de fazer o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The evil of the thriller</strong><br />
É, tava ficando feio já. Mal criei um novo blog e ele fica um bom tempo cheio de teias de aranha, sem novos posts para dar um pouco de movimento à página. Mas, ao ler um texto da minha querida orientadora na UFSC, a Regina, fiquei com vontade de fazer o mesmo. O retorno veio no estilo Rob Flemming, com mais uma listinha para a galera discutir. Desta vez, filmes de terror.</p>
<p>Quem me conhece sabe que eu adoro o gênero, desde os psicológicos até os de zumbis, passando pelos B e sobrenaturais. Então veja bem: essa listinha não tem nada de objetiva. São apenas pensamentos e sensações ao ver as fitas. Ah, também não vai ter ordem, eles estão aqui aleatoriamente formando meu top 5 (afinal, as listas de Rob Flemming tem apenas cinco itens).</p>
<p>5- O massacre da serra elétrica<br />
(The Texas chainsaw massacre, 1974. Direção: Tobe Hopper)<br />
Ele começa com a produção do filme avisando que a história é real e que teria acontecido anos antes nos EUA. Claro, depois de assistir, você sabe que tudo aquilo ali é ficção, baseado muito de leve na história do Ed Gain, serial killer norte-americano do início do século passado. O massacre da serra elétrica é o grande filme do sub-gênero slasher, aquele em que um assassino sai matando todos que vê pela frente da maneira mais sádica possível.</p>
<p>4- A noite dos mortos-vivos<br />
(Night of the living dead, 1968. Diretor: George A. Romero<br />
O grande mérito do Romero é ter conseguido com essa singela fita formar um outro sub-gênero dos filmes de terror: o de zumbis. A pretensão inicial era bem menor: o que ele queria mesmo era fazer um libelo contra o preconceito usando mortos-vivos. De Resident evil a Extermínio, passando por Zombie strippers e Boy eats girl, nenhum deles existiria se não fosse por Romero. É um dos filmes que eu deixo no topo da prateleira, volta e meia pego para assistir. Indispensável.</p>
<p>3- O bebê de Rosemary<br />
(Rosemary&#8217;s baby, 1968. Diretor: Roman Polasnki)<br />
Obra-prima do terror psicológico. Não vemos nada, não ouvimos nada. Mas o roteiro, os closes, as sombras e a crescente loucura da personagem principal fazem o clima do filme aumentar a cada minuto. Polanski acertou na mão. E ainda, no fim, deixa uma mensagem que já virou chavão: amor de mãe supera tudo. Mesmo que a criança seja filho do coisa ruim.</p>
<p>2- O iluminado<br />
(The shining, 1980. Diretor: Stanley Kubrick)<br />
A Regina escreveu bem: ele é uma obra muito mais kubriquiana do que kinguiana. As diferenças entre filme e livro se acentuam a partir da metade de cada um. É como se Kubrick e Stephen King tivessem pego bifurcações que os levassem cada vez mais longe um do outro. Para mim, claro, o cineasta entrou na estrada certa. Ele mostra Jack Torrance cada vez mais como vítima do seu meio, enlouquecendo pela pressão de estar isolado no Overlook Hotel em pleno inverno. A cena que eu mais gosto é a de Nicholson arrombando a porta do quarto com o machado, enquanto grita as frases do lobo mau para os três porquinhos e termina com o &#8220;here&#8217;s Johnny&#8221;.</p>
<p>1- A profecia<br />
(The omen, 1976. Diretor: Richard Donner)<br />
MEDO. Esse é o filme mais assustador de todos os tempos. O que dizer do menino, quase sem falas e que assusta todo mundo. A cena final, depois da dúvida de quem morre, é de arrepiar. Já perdi as contas de quantas vezes vi a fita. Mesmo assim, toda vez levo sustos e mais sustos. O que Donner fez está além das palavras.</p>
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		<title>Mais frases!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 12:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outras]]></category>

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		<description><![CDATA[Estas foram presentim de segunda - pra alegrar a semana! - do compadre Flávio José Cardozo. Gostei tanto, que trouxe pra vocês. E com uma observação: não pode haver ninguém chamado Frangonildo, acho que Flávio inventou este nome! 
- O casamento é o preço que os homens pagam pelo sexo;o sexo é o preço que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estas foram presentim de segunda - pra alegrar a semana! - do compadre Flávio José Cardozo. Gostei tanto, que trouxe pra vocês. E com uma observação: não pode haver ninguém chamado Frangonildo, acho que Flávio inventou este nome! </em></p>
<p>- O casamento é o preço que os homens pagam pelo sexo;o sexo é o preço que as mulheres pagam pelo casamento. (Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Não confio em produto local. Sempre que viajo, levo meu uísque e minha mulher.<br />
(Fernando Sabino)<br />
&#8212;<br />
- É graças a Deus que o Brasil tem saído de situações difíceis. Mas, graças ao diabo, é que se mete em outras. (Mário Quintana)<br />
&#8212;<br />
- Só acredito naquilo que posso tocar. Não acredito, por exemplo, em Luiza Brunet.<br />
(Luis Fernando Veríssimo)<br />
&#8212;<br />
- Política tem esta desvantagem:de vez em quando o sujeito vai preso em nome da liberdade.<br />
(Stanislaw Ponte Preta)<br />
&#8212;<br />
- Muitas mulheres consideram os homens perfeitamente dispensáveis no mundo, a não ser naquelas<br />
profissões reconhecidamente masculinas, como as de costureiro, cozinheiro, cabeleireiro,<br />
decorador de interiores e estivador. (Luís Fernando Veríssimo)<br />
&#8212;<br />
- Ninguém faz tudo bonito sempre. Até Deus. Ele fez o cavalo e também o rinoceronte.<br />
(Vinicius de Moraes)<br />
&#8212;<br />
- O primeiro economista do mundo foi Cristóvão Colombo: quando saiu, não sabia para onde ia;<br />
quando chegou, não sabia onde estava. E tudo por conta do governo.<br />
(Ronaldo Costa Couto) (BOA DEMAIS, BOA DEMAIS!)<br />
&#8212;<br />
Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta.<br />
(Paulo Brossard)<br />
&#8212;<br />
- A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa.<br />
(Jô Soares)<br />
&#8212;<br />
- Nunca se ache demais, pois tudo o que é demais sobra, tudo o que sobra é resto e<br />
tudo o que é resto vai para o lixo. (Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo: nem ele me persegue, nem eu fujo dele.<br />
Um dia a gente se encontra. (Mário Lago)<br />
&#8212;<br />
- Fuja das tentações, mas devagar, para que elas possam te alcançar&#8230;<br />
(Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- O homem é um ser tão dependente que até pra ser corno precisa da ajuda da mulher.<br />
(Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- O isopor é meu pastor e a cerveja não faltará.<br />
(Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Existem três tipos de mulher: as bonitas, as inteligentes e a maioria.<br />
(Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Época triste a nossa&#8230; mais fácil quebrar um átomo do que o preconceito!<br />
(A. Einstein)<br />
&#8212;<br />
- Uma mentira pode dar a volta ao mundo&#8230; enquanto a verdade ainda calça seus sapatos.<br />
(Mark Twain)<br />
&#8212;<br />
- A família é como a varíola: a gente tem quando criança e fica marcado para o resto da vida.<br />
(Jean Paul Sartre)<br />
&#8212;<br />
- Nunca se explique. Seus amigos não precisam, e seus inimigos não vão acreditar.<br />
(Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Se meus inimigos pararem de dizer mentiras a meu respeito, eu paro de dizer verdades a respeito deles.<br />
(A. Stevenson)<br />
&#8212;<br />
- Não se ache horrível pela manhã:acorde ao meio dia!!!<br />
(Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Em dia de tempestades e trovoadas o local mais seguro é perto da sogra, pois não há raio que a parta.<br />
(Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Se um dia, a pessoa que você ama lhe trair, e você pensar em se jogar de um prédio, lembre-se:<br />
Você tem chifres, não asas&#8230; (Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- A mulher deve sempre sonhar com um homem fiel e obediente&#8230;Só não deve querer transformar o sonho em realidade. (Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Não gosto de enterros. Se eu for no meu, vou a contra gosto. (Frangonildo Barbosa)(NÃO ACREDITO NESTE NOME, PÔ!)<br />
&#8212;<br />
- Errar é humano, persistir no erro é americano, acertar no alvo é muçulmano.<br />
(Autor anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Crianças nós somos, a vida toda. O que muda são os preços dos brinquedos.<br />
(Autor Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é pesquisa.<br />
(Autor Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Por maior que seja o buraco em que você se encontra, sorria, porque, por enquanto, ainda não há terra em cima. (Autor desconhecido)<br />
&#8212;<br />
- Só o Ctrl+S salva! (Autor Anônimo)<br />
&#8212;<br />
- Aquele que, ao longo de todo o dia: é ativo como uma abelha, forte como um touro, trabalha que nem um cavalo, e que ao fim da tarde se sente cansado que nem um cão&#8230; deveria consultar um veterinário.<br />
É bem provável que seja um grande burro. (Autor Anônimo)</p>
<p><em></em></p>
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		<title>Recadim pros compadres blogueiros</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 09:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>regina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outras]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui a Blumenau, ano passado, assistir a uma apresentação do João Bosco com uma banda alemã de jazz. Pedi socorro pro compadre (e amigo) cronista Maicon Tenfen, e ele gentilmente tirou o ingresso pra mim,e fez reserva no Hotel Glória - que fica perto do teatro. No dia seguinte, ainda me deu carona pro retorno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui a Blumenau, ano passado, assistir a uma apresentação do João Bosco com uma banda alemã de jazz. Pedi socorro pro compadre (e amigo) cronista Maicon Tenfen, e ele gentilmente tirou o ingresso pra mim,e fez reserva no Hotel Glória - que fica perto do teatro. No dia seguinte, ainda me deu carona pro retorno, pois estava vindo a Floripa.</p>
<p>Chovia que era um horror, e viemos batendo papo animadíssimo, porque é algo que não faz falta a nenhum dos dois: assunto. Maicon tinha acabado de assumir a direção da editora da FURB (Fundação Universitária da Região de Blumenau) e me lançou isca sedutora: que tal fazeres uns livros didáticos sobre a atual literatura feita em Santa Catarina? (Sabia da coletânea de contos que organizei, da qual faz parte - <em>O novo</em> <em>conto catarina,</em> EdUFSC. 2008).  Fiquei de pensar,  mas caí na esparrela,  e topei.</p>
<p>Pensei em três livros, não muito grandes: poesia, prosa de ficção, prosa de não-ficção. Maicon pediu que pensasse num pras crônicas, também, franzi o nariz (não tinha pensado nisso&#8230;), mas tudo bem.</p>
<p>Comecei pela poesia, e fui fazendo. Selecionar poetas e poemas foi fácil e prazeroso, mas é difícil comentar, explicar, ser DIDÁTICA em nível de secundário - que nunca foi minha praia, porque sempre fui professora universitária, sem outro tipo de experiência. Uma &#8220;puta responsa&#8221;, como diz a gurizada.</p>
<p>Para os cronistas, ofereci parceria para o Italo Puccini, que mora em Jaraguá. Ele aceitou, trabalhamos juntos: faço os daqui, do litoral, ele faz os de lá,os do norte do estado (dos que publicam lá, of course - sou daqui  e publico no AN),  trocamos figurinhas pela internet. E falar de crônicas está sendo fácil e rápido. Escolher as três de cada um, as que entram no livro, é mais difícil, de vez em quando me embanano e peço socorro pro autor. E eles têm atendido prestamente, indicando suas favoritas.</p>
<p>Quero encerrar esta função o mais rápido possível - na pior das hipóteses, até 15 de setembro - pra poder revisar, juntar com  a parte do Italo, e me dedicar aos outros dois livros.   Mandamos este pras editoras interessadas (são duas) e esperamos que saia o parecer dos relatores.Se rejeitarem, partimos pra outras, que não somos de desistir. Mas confio no meu taco (expressão mais sacana!) e acho que está ficando muito bom, não vai dar problemas&#8230;</p>
<p>Como vocês sabem, atualizo o blog diariamente - o que demanda tempo,e costumo responder os comentários, mais um tempo. E dou sapeada (linda palavra!) nos blogs de amigos e outros. E tem a crônica semanal pro <em>Anexo</em> do <em>AN</em>, texto com dead-line rígido: escrevo normalmente nas segundas, reviso na manhã de terça e envio pra eles - sai na quinta. Antes tinha sempre algumas de reserva, e ainda tenho, mas acabo deixando lá - não gosto muito das que ficaram guardadas, e felizmente nunca me falta assunto&#8230;</p>
<p>Tudo isso pra dizer que vou passar uns tempos sem poder fazer visitinha procês, meus compadres e comadres blogueiros&#8230; Mas, quando eu voltar, vou pedir aquele cafezinho fresco e fumegante, e umas fatias de bolo ou cuca no capricho! Beijão, e confesso que vou sentir falta! (se puder, dou umas escapadinhas de vez em quando e apareço de repente!)</p>
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