As mulheres gozam pelo ouvido

As mulheres gozam pelo ouvido

6 Responses to “As mulheres gozam pelo ouvido”


  1. 1 Fatima de Laguna

    Inclusive pelo ouvido, certamente.O poeta tem razão.Tô curiosa pra ler!

  2. 2 regina

    Comprei exemplar pela internet, curiosa, pois tenho acompanhado a discussão sobre o “rótulo” de erótico-pornográfico, que Sylvio Back odeia, preferindo “erótico-fescenino”.
    A edição é cuidada, as ilustrações são ótimas, os poemas divertidos.
    Mas já se sabe: só para apreciadores do gênero…
    E agradeço ao designer, que respeitou o repouso pós-cirúrgico da blogueira, e colocou o convite na data exata. Obrigada, Aleph!
    O pessoal de Sampa, se quiser, já tem programa pra dia 26!

  3. 3 regina

    Acréscimo ao comentário:
    Pois dou e não dou razão ao título. Acho que mulheres gozam pelo ouvido, sim,mas pelo que ouvem ANTES e DURANTE…É isso que as move, as aquece, as deixa prontas…
    E O QUE SE OUVE, e executa todo esse aquecimento, é muito variável, de mulher pra mulher.
    Gosto dessa ambigüidade, que é o que aquece a poesia: cada um interpreta como quer/pode… ou bem entende (ou mal entende, quem sabe!)
    beijos.

  4. 4 Suzana

    Regina

    Curiosa pra ver as fotos das garças. O poema saiu?

    Engraçado, o poema saiu, poema não é pão.

    Poema é garça, quer dizer…

    Papel do céu em branco.

    Voa quando lemos.

    Bom fim de semana

  5. 5 Regina

    Sim, Suzana! A foto saiu, te mando por email.O poema não é mesmo pão, não saiu, hehehe…
    Mas sabes como é: a idéia fica brincando, e qualquer hora o pão vem, cheiroso e quente, do forno.
    Vais gostar, mas a graça da garça não quis voar pra mim. Voou só pra Fátima, a bandida!(duas bandidas: a graça da garça, e a Fátima, que deu mais sorte que eu, que gastei tempão na tocaia, hehehe…)
    beijo.

  6. 6 regina

    Amostrinha do livro do Sylvio Back, finalzinho dum poema:
    ” não briga comigo
    enxágua-te vampiro
    faminto vou te capar

    não briga comigo
    mineteiro de uma figa
    os dentes crave cálido

    não briga comigo
    quero parir na tua garganta
    todo o meu jorro sempiterno”
    (Nâo briga comigo, p.21)

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