Do blog do Sérgio Rodrigues (todoprosa.com.br) :
Começos inesquecíveis: Tomás Eloy Martínez
Pouco depois da morte de Mãe, a Brepe deu para pular dentro do sono de Carmona. Fitava o homem enquanto ele se despia e, quando ele apagava a luz, arqueava as costas e ia se erguendo nas patas, pronta para caçar o sonho de Carmona e depená-lo assim que levantasse vôo. Mas os sonhos de Carmona não eram pássaros, e sim gatos: ásperas trevas de gatos, línguas de gato movendo-se entre tições de negra luz.
O homem dormia de boca aberta e, quando ele adentrava o cone de escuridão onde pairavam os sonhos, uma manada de gatos saía de sua boca rasgada por berros de cio e mergulhava no rio dos engenhos de açúcar.
Nossa, eu vi esse livro ontem na Livros e Livros. Já gostei da capa, e por este trecho, gostei mais ainda!! beijos
Leila:
imagina se não ias gostar, com tanto gato circulando no livro, hehehe…
Mas aviso: não sei se sou eu, meio frágil que estou, ou se bate assim em todos, mas ele tem um clima pesado, meio assustador.
Agora estou revisando uma tese, quero deixar metade pronta; à noite vou acabar o livro, pode deixar!
bj.
Invejosa fui lá e comprei um só para mim. Amanhà, enquanto espero a boa vontade do consulado americano, leio… Cmprei também aquele sobre os obituários no NYTimes. Depois conto se é bom. bjs
Vou ganhar aquele do obituário, pó deixar!
Assim, empatemu!
Tás em Sampa, é? Não exagera, heim! Nada de ficar passeando
de metrô pra cima e pra baixo!
bj
Puta merda! Serei obrigado a baixar meu padrão de vida………..nada mais de importados e só cachaça brasileira!
E tem cachaça de outro lugar?
Hum, uma tequilazinha vai bem!
Deixa de ser chorão, tá legal?
Toma uma 51, e fica feliz!
bj, amado chefe!