Nasceu em Floripa, em 1946.
De família de escritores, cresceu entre livros, fantasias e escrituras feitas como naturalidade: escrever é viver, tão natural como respirar…
Mãe de dois filhos, avó de dois netos, tem várias gerações com que conviver, em casa. Sem contar os alunos-amigos, eternos colaboradores.E isso é extremamente enriquecedor…
Esperou ter algo pra dizer, aprendendo com os livros, com os amores, com a música, com a vida, antes de se dispor a publicar… Agora chegou a vez!
Regina fui conferir no you-tube e gostei do cenário,
da música, etc
Torçamos pelo cinema feito por aqui. Os cineastas Zeca Pires e Maria Emília concederam entrevista ao DC
no dia 8 deste mes e falaram sobre este filme.
Boa a sua idéia de transformar o blog num site.
Muito bacana divulgar a arte da nossa gente.
Bj.Fatima.
Tu me entendes perfeitamente, né, Fátima?
Não gosto muito desse regionalismo, mas não nos sobra muita alternativa. Quem está fora do eixo Rio-São Paulo tem dificuldades
imensas para conseguir se impor, por uma série de razões. Esse pessoal é de um heroísmo danado, de uma persistência invejável,fazendo uma arte que é muito cara.
Como divulguei aqui, dia desses, vai haver um ciclo Zeca Pires na Unicamp. É o tipo de evento que divulga seu nome pros cinéfilos, mas não abre circuito comercial…
Pra escrever, basta eu e meu computador. Publicar ou não, é outro problema… Assim, nem sequer faço idéia das dificuldades que els possam enfrentar.Admiro demais esses meninos - e o Zeca e a Maria Emília são além de tudo, uns amores de pessoas.
bj
Concordo com tudo o que você disse, Regina - quanto ao heroísmo e tal. Por isso espero realmente que esse filme não seja constrangedor como As Procuradas foi. Fiquei com pena de quem estava nos créditos, para teres uma idéia. E olha que eu gosto de filmes ruins…
Não assisti As Procuradas. Não faço nem idéia.
Li declaração do Zeca de que algumas pessoas estavam sendo muito injustas com o filme, mas sem ver não posso julgar…
Retomei a musculação, o instrutor anda me judiando, hehehe, porque saio sem dores musculares, e ele vai aumentando a cota. Acabei dormindo MUITO cedo, antes das galinhas, acho…
Por conta disso, acordei morta de fome, fiz uma boquinha, volto pra cama…
E que bom que sempre tem alguém aqui, me fazendo companhia, nesses momentos de insônia!
beijo, homem do cerrado.