A Antropóloga

O filme do Zeca Pires tem já um clipe no you-tube.

Dêem aí uma olhadinha!

http://www.youtube.com/watch?v=ibkhpOjMTwU

4 Responses to “A Antropóloga”


  1. 1 Fatima de Laguna

    Regina fui conferir no you-tube e gostei do cenário,
    da música, etc
    Torçamos pelo cinema feito por aqui. Os cineastas Zeca Pires e Maria Emília concederam entrevista ao DC
    no dia 8 deste mes e falaram sobre este filme.
    Boa a sua idéia de transformar o blog num site.
    Muito bacana divulgar a arte da nossa gente.
    Bj.Fatima.

  2. 2 regina

    Tu me entendes perfeitamente, né, Fátima?
    Não gosto muito desse regionalismo, mas não nos sobra muita alternativa. Quem está fora do eixo Rio-São Paulo tem dificuldades
    imensas para conseguir se impor, por uma série de razões. Esse pessoal é de um heroísmo danado, de uma persistência invejável,fazendo uma arte que é muito cara.
    Como divulguei aqui, dia desses, vai haver um ciclo Zeca Pires na Unicamp. É o tipo de evento que divulga seu nome pros cinéfilos, mas não abre circuito comercial…
    Pra escrever, basta eu e meu computador. Publicar ou não, é outro problema… Assim, nem sequer faço idéia das dificuldades que els possam enfrentar.Admiro demais esses meninos - e o Zeca e a Maria Emília são além de tudo, uns amores de pessoas.
    bj

  3. 3 Mário Coelho

    Concordo com tudo o que você disse, Regina - quanto ao heroísmo e tal. Por isso espero realmente que esse filme não seja constrangedor como As Procuradas foi. Fiquei com pena de quem estava nos créditos, para teres uma idéia. E olha que eu gosto de filmes ruins…

  4. 4 regina

    Não assisti As Procuradas. Não faço nem idéia.
    Li declaração do Zeca de que algumas pessoas estavam sendo muito injustas com o filme, mas sem ver não posso julgar…
    Retomei a musculação, o instrutor anda me judiando, hehehe, porque saio sem dores musculares, e ele vai aumentando a cota. Acabei dormindo MUITO cedo, antes das galinhas, acho…
    Por conta disso, acordei morta de fome, fiz uma boquinha, volto pra cama…
    E que bom que sempre tem alguém aqui, me fazendo companhia, nesses momentos de insônia!
    beijo, homem do cerrado.

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