O melhor de Gabo

O Gabo, ‘cês sabem, jamais me viu na vida. Mas eu falo dele assim: meu amigo Gabo… Porque amo a obra dele, leio tudo dele (seja literário ou jornalístico) e sobre ele, e não abrigo nenhuma das broncas que o chileno Roberto Bolaño desfia sobre esse tipo de literatura. É literatura de uma época, já superada, mas é linda e gostosa de ler… Eterna, por isso.

De seus romances, Gabo tem declarado, muitas vezes, que seu favorito é O Amor nos tempos do cólera. (O meu favorito, ‘cês também já sabem, é Crônica de uma morte anunciada). E ontem fui ao Iguatemi assistir ao filme O Amor nos tempos do cólera, mas meio preocupada: o filme tem que fazer jus à preferência do Gabriel García Márquez pelo romance, ele não pode ser desapontado. Parafraseando Drummond, taciturna, mas nutrindo grandes esperanças…

E tive um deslumbramento: o filme é lindo, mantém o espírito do Gabo em tudo, até no humor, naquela história que ele diz que é a história dos pais dele… E cores do Caribe, jeito do Caribe, trilha sonora ótima, sem falar dos atores. FernandaMontenegro tá fantástica, como sempre.

NÃO PERCAM!!! No Iguatemi! (tive uma boa estréia lá, como podem ver…)

2 Responses to “O melhor de Gabo”


  1. 1 cris

    aaaaaaaaah, que vontade. tô lendo só agora o livro, mas amo o garcía márquez (não sou tão íntima).

  2. 2 Regininha

    Mas pode chegar a ser, uai! É só gostar um bocado dele, hehehe, o tanto que eu gosto…
    Mas o filme é tão bom, que a gente até esquece o nome ridículo das personagens (Fermina e Florentino é dose!)… E o Florentino mais velho é feito pelo Javier Barden, primeiro com uma cara de paspalho, depois ficando com cara de homem…
    Hoje é aniversário do Marco Túlio, meu orientando mais desorientado, e D. Dalva vai fazer camarão…Comprei um livro pra ele (só sei comprar livro…) e vou lá às nove…
    beijão.

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