Procura-se
(pra Leila)
Para carência afetiva
recomenda-se
que se adote um gato
fulvo, preto, branco, amarelo
de raça, vagabundo,
não importa!
O que importa
é que se esfregue em suas pernas
se estenda em seu colo
pedindo afago
e ao recebê-lo
feche os olhos com prazer
(aquela luzinha lá no fundo)
e ronrone
e se estique
feliz…
Adote um gato
e dê carinho
e ronrone
se estique
e fique feliz.
Rê:
eu já sofro de PCA (puta carência afetiva). E você ainda fica ronronando?
Adorei o poema!
bjs.
Ora, Zé!
Queres ser chamado de gatinho, né?
Não vou, não - exijo originalidade de mim mesma, hehehe…
Deixa de ser manhoso, menino! Ondijassiviu!!!
Obrigada por me fazer rir, e ficar bolando resposta pra ti…
Com essa chuva, a gente tem que se distrair, né?
bj.
Adorei o poema Regininha! Lindo mesmo!
bjs
Tenho um livro aqui que diz assim:
“os donos de gatos tendem a dar mais valor a liberdade, independência, autoconfiança e indiferença ao mundo e preferem perspicácia e inteligência a confronto e agressividade.”
Concordo plenamente! Ronrone, se estique e fique feliz!
O poema foi feito pra ti, porque és essa amante de gatos, né, Leiloca…
Mas prefiro gatos de outra ordem, hehehe…
Fora de brincadeira, pra mim tem que ser bicho que não só converse, mas ainda tenha assunto pra conversa…
Não sou muito fã do bestiário, não… Acho que cansei de ter que cuidar de… filhos, marido, cachorros e tal. Quero nunca mais precisar cuidar de nada!(Leva em conta que cuido muito mal de mim mesma…)
beijinho, amada!
Você é muito querida. E claro que sabe cuidar de si, e muito bem: tens mais pique do que eu!! Super Regininha merece super beijos!
Oi, lindinha, obrigada!
Tou com saudades, qualquer hora vou passear por aí, e aproveitar pra dar uns piparotes no Aleph!
bj.