Dos demônios que me habitam
vou me livrando devagar.
Usando surra de açoite
Infusão de folhas
filosofia , sessão de análise e novenas
A cada demônio vou entendendo
de cada manha
fico sabendo
de suas garras no meu peito
me livrando
Não tens garras
nem cascos, nem chifres
e não existe reza braba
nem novena, nem açoite
nem folhas em banho
não existe análise que
consiga me livrar…
Dos demônios que me habitam és
- sem dúvida! -
o maior.
Maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso!!
Obrigadinha, lindo!
Ainda vou mexer nele, tem um verso ou outro com um ritmo que não me agrada…
Hoje recebi as fotos que o Chan fez, na última vez em que estive aí e tou me divertindo com elas.Depois te mostro algumas.
bj
Não estava contente com o ritmo do poema, do jeito como estava.
Fátima deu uma ajudinha, revisei a revisão dela, e ficou comme il faut…
Troquei a versão anterior por esta. Acho que agora, sim, tá do jeito certo.
Ítalo, que achas? Me diz, quando voltares do Rio.
bj.
eu achei ótimo :))
beijos
Rubens:
Se és tu que elogias, só posso acreditar, né?
beijinho, guri!