Nasceu em Floripa, em 1946.
De família de escritores, cresceu entre livros, fantasias e escrituras feitas como naturalidade: escrever é viver, tão natural como respirar…
Mãe de dois filhos, avó de dois netos, tem várias gerações com que conviver, em casa. Sem contar os alunos-amigos, eternos colaboradores.E isso é extremamente enriquecedor…
Esperou ter algo pra dizer, aprendendo com os livros, com os amores, com a música, com a vida, antes de se dispor a publicar… Agora chegou a vez!
O Emanuel Medeiros Vieira, escritor catarina que mora em Brasília, me pede pra colocar um comentário
seu aqui, pois ele não conseguiu (eu ainda não consegui aprender a inserir as imagens, entendo perfeitamente! Não tenho moral pra rir de ninguém, viu, Emanuel?). Assim, recortei e colei de seu email:
Sobre A Morte da Porta-Estandarte
Simples e profundo.
(E não é mais difícil ser simples do que um “falso profundo”, formalista oco, erudito vazio?)
Envolvente, de um lirismo tocante.
E fala-se sobre a ausência.
Sobre a vida sem o amado.
Viver, conviver.
Difícil é a ausência.
Difícil é a convivência.
Mas os caminhos aí estão… linhas retas, curvas - a vida.
Reata uma tradição lírica que, no poema, parece vir de Camões, do próprio Pessoa, de Bandeira. Mas isso é “confluência”.
Não somos “adões literários”.
E “parafraseando” - pegando o título de Machado… sutileza muito grande.
Parabéns.
Emanuel Medeiros Vieira
(Brasília, 21 de maio de 2008)
Emanuel,
agradeço o incentivo, que é sempre uma coisa muito boa, ainda mais vindo de um contista como tu …
Não sei se vais acreditar, mas sonhei com o poema, e quando acordei tinha até o título na cabeça: o do conto fenomenal do Machado…
Os caminhos do sonho são fantásticos, né? E o nosso cérebro é mais ainda!
bj
E sabe que esses dias falei qeu não queria deixar alguém ir embora da minah vida porque era minah única ilusão de amor…

e foi tão incrível ler esse poema..
beijinho!
Letícia, que não conheço, irmã da Lu, que eu sei quem é:
te identificas com ele, Roberta pôs no blog dela, Emanuel gostou…
Poemas que saem de sonhos são assim, acho. E a gente sonha coisas que está sentindo, sofrendo, com as quais se preocupa, né?
Vi que és blogueira, também, depois vou te visitar.
bj.