A morte da porta-estandarte

Se sais

da minha vida,

como posso

alimentar

minhas fantasias?

4 Responses to “A morte da porta-estandarte”


  1. 1 regina

    O Emanuel Medeiros Vieira, escritor catarina que mora em Brasília, me pede pra colocar um comentário
    seu aqui, pois ele não conseguiu (eu ainda não consegui aprender a inserir as imagens, entendo perfeitamente! Não tenho moral pra rir de ninguém, viu, Emanuel?). Assim, recortei e colei de seu email:

    Sobre A Morte da Porta-Estandarte
    Simples e profundo.
    (E não é mais difícil ser simples do que um “falso profundo”, formalista oco, erudito vazio?)

    Envolvente, de um lirismo tocante.
    E fala-se sobre a ausência.
    Sobre a vida sem o amado.
    Viver, conviver.
    Difícil é a ausência.
    Difícil é a convivência.
    Mas os caminhos aí estão… linhas retas, curvas - a vida.

    Reata uma tradição lírica que, no poema, parece vir de Camões, do próprio Pessoa, de Bandeira. Mas isso é “confluência”.
    Não somos “adões literários”.
    E “parafraseando” - pegando o título de Machado… sutileza muito grande.

    Parabéns.

    Emanuel Medeiros Vieira
    (Brasília, 21 de maio de 2008)

  2. 2 regina

    Emanuel,
    agradeço o incentivo, que é sempre uma coisa muito boa, ainda mais vindo de um contista como tu …
    Não sei se vais acreditar, mas sonhei com o poema, e quando acordei tinha até o título na cabeça: o do conto fenomenal do Machado…
    Os caminhos do sonho são fantásticos, né? E o nosso cérebro é mais ainda!
    bj

  3. 3 Letícia (a irmã da Lu)

    E sabe que esses dias falei qeu não queria deixar alguém ir embora da minah vida porque era minah única ilusão de amor…
    e foi tão incrível ler esse poema..
    :)
    beijinho!

  4. 4 regina

    Letícia, que não conheço, irmã da Lu, que eu sei quem é:

    te identificas com ele, Roberta pôs no blog dela, Emanuel gostou…
    Poemas que saem de sonhos são assim, acho. E a gente sonha coisas que está sentindo, sofrendo, com as quais se preocupa, né?
    Vi que és blogueira, também, depois vou te visitar.
    bj.

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