A sombrinha se abre
a um vento que não existe
(nem a saia levanta)
e leva a mundos em que
tudo, tudinho, tudico
só pode ser doce
hasta dolores,
sino dolores…
Já se tentou ser
Louise Brooks
Rita Haywoord
Gloria Swanson
Greta Garbo
Heddy Lamar
até mesmo
Beth Davies
a malvada,
canastrona e genial
Mas não há physique
nem psique
du rôle:
Julie Andrews
é o par:
Mary Poppins
sou
supercalifratagilist
e nada spiralidoso…
Meu lugar é vida
em jardim de infância,
doce, barulhenta
romântica
doces de nenúfar
sonho de beija-flor
gerâneos na janela
e nada
nadica
nadíssima de tormentos…
The sound of music
com edelweiss
de música de fundo
e seu adeus
cheio de melancolia:
but always
“happy to meet me”.
supercalifralisticspiralidoso…
I’m very happy to
meet me
dona de mim de novo
e de minha vassoura
mágica.
Sem sombrinha que voa…
supercalifragilistic
mas não spiralidoso…
Genial…
Bjos
Roberta:
Sempre me parece misteriosa essa diferença entre o que conduz a gente a escrever um poema, o que DIZ para si mesma/o, com ele (e não é a mesma coisa em mais de um momento…) e o que o leitor vê/sente/imagina com ele…
Tou em Xarraguá, volto pra casa amanhã… Mil planos, faceira da vida.
beijão.
Uma vez li uma entrevista do Mário Prata dizendo q tinha visto as questões sobre um livro dele de uma prova de vestibular e ele mesmo não sabia responder… mas é parte da graça, né? a arte se transcende (dizia minha prof…)
A espanha ganhou a eurocopa, imagina os espanhóis daqui como estão… hahahah
Q bom q está com mtos planos. Eu preciso deles para viver. Voltando pro Brasil te faço uma visita.
Bjos
Estarei esperando! Terei um julho meio tumultuado: a feira em Jaraguá, uns dias com a filha em Campinas, SP, que ela desce da Paraíba, e estamos morrendo de saudades uma da outra… Mas o resto do tempo permanecerei no “ilhamento! habitual.
beijão.